quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Parte II - Uma história para contar

Parte II


Uma data: 5 de outubro de 2014 (domingo : a decisão). Este foi o dia em que todas as expectativas foram superadas e Mel sentiu no seu coração que o príncipe possuía um sentimento diferente por ela, mesmo não entendendo o motivo de tanto mistério e silêncio. Passaram-se dois meses: fatos, histórias vividas e muitas esquecidas.  Neste período Mel reviveu todos os seus sonhos e desejos perante o príncipe.

“Muitos de nós achamos que um gesto vale mais que mil palavras. Mais o silêncio... este sim possui uma resposta pontual para qualquer situação.”

Pois bem, este encontro foi marcante e o sonho de recomeçar tornou-se algo aguçador, mesmo sabendo da diversidade de pensamento, personalidade, ação e reação de ambos. Tais situações fizeram com que Mel sentisse a verdadeira atração, porém sem perder a visão do seu entorno e das oportunidades.

“Só damos o devido valor para tal pessoa, quando a perdemos ou quando é aplicado o famoso GELO. Neste momento notamos que fazemos falta, mesmo que as palavras: NÃO QUERO AJUDA, fora empregada apenas pelo ego ou pela falta de maturidade."

Mel aprende que a melhor fórmula é falar pouco, escutar mais e agir quando necessário, pois muitos indivíduos não aceitam conselhos de terceiros, mesmo sabendo que estas pessoas estranhas apenas querem o seu bem.
Dúvidas, aperto no peito e sem saber o que fazer. Mel pede ajuda para Deus através de orações e solicita a iluminação do seu caminho e o esquecimento de maus pensamentos que passara pela sua cabeça. E assim Ele fez. O pedido com fé surtiu uma resposta.
Mel fica abismada quando recebe a seguinte mensagem: “... Eu não sei se é só comigo, mas você não deve deixar de lado aquela menina que dava conselhos ou toques, ou falava coisas para ver as pessoas bem.” (Príncipe, São Paulo. Outubro de 2014).
Finalmente a ficha do suposto Príncipe caiu, ele começa a perceber que aos poucos perderá a sua Princesa. Uma afirmativa perante a perca foi quando Mel recebeu outra mensagem que dizia: “Você é uma pessoa boa, acho que faz bem por onde passa. Mas o que aconteceu com você, talvez as coisas da vida. Você deixou de ser quem era e passou agir diferente.” (Príncipe, São Paulo. Outubro de 2014).
Palavras vão saindo de sua boca e Mel percebe que o pensamento do Príncipe muda cada dia que passa. Um desabafo: “... Às vezes acho que quero algo. Às vezes deveria ser de um jeito mais faço de outro... sei lá.” (Príncipe, São Paulo. Outubro 2014)

Assim, novas escolhas, caminhos, atitudes começam a surgir. Seus olhos abrem e vê o mundo de uma maneira diferente. O Príncipe? Este não existe mais, porém um “SER” entra na vida de Mel no momento certo, como se fosse um anjo. O anjo que tanto pediu para Deus.